Em um tempo não tão distante, os conhecimentos sobre estas técnicas implicavam naquilo que o indivíduo necessitaria para realizar uma dada atividade num ambiente de trabalho correspondente à sua área. Porém, o que se percebe atualmente é que todo o arcabouço das técnicas adquiridas nesse percurso que parecia ser perene, será atualizado inúmeras vezes e talvez esta rotina se inicie antes mesmo que o universitário inicie a sua carreira profissional.
Como grande parte do conhecimento técnico das coisas é adquirida na universidade, convêm abordar nesta fase, além dos conhecimentos técnicos e/ou empíricos de uma dada disciplina, os conhecimentos advindos das matérias que abrangem a área de humanas.
Haja vista a dificuldade de comunicação e compreensão, as disciplinas do eixo das humanidades promulgam à sociedade a necessidade do entender do quanto o questionamento sobre como “aprender a aprender” é crucial para uma boa utilização das técnicas existentes ou das que por ventura venham a surgir. No mesmo contexto, estas pessoas por meio destas disciplinas devem realizar uma comunicação e/ou uma troca de informação coerente e relevante para o andamento de seus trabalhos.
Sendo assim, em um dado curso de graduação, especialização ou qualquer outro derivado, o aluno deve obter o conhecimento da sociedade na qual está inserido e, entender os acontecimentos importantes que ocorreram e estão ocorrendo nessa sociedade. Deste modo, o estudante que aprender a ver o mundo de acordo com essa nova abordagem, terá condições para ser um grande diferencial no mercado de trabalho, construindo não apenas a imagem tecnicista do que ele é, mas sim, a imagem inteligente daquilo que ele representa pelo seu domínio das “variáveis que constituem a sociedade”.

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